Desce...
Aterrizei
meu submarino terrestre
No seu subespaço cerebral...
Posso corpo...
Com que alma saio hoje?
Quem que capuz escolho?
Pra qual parte removo o olho...
Do furacão...
Exaurido do ciclo continuo...
Pelo meio ao mundo vão...
Parece que...
Vamos nos perder anteriormente
Neste paralelo de ida e vinda...
Nesse chão de tijolo em ouro.
Me rastejando até...
Me perder de novo...
Na sua galaxiosa
mente estreita.
Para um mundo a beira doutro.
Caído em mãos...
Beijos molhados de um prego...
Corroído de espasmos
cerebrais.
Me encontrei...
No teu parto simbiótico.
Em que tu seja o
estrangeiro...
Mas que não esqueça que de tudo...
Me deves o teu masculino beijo.
Brunno Martins
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