domingo, 1 de dezembro de 2013

Parto Simbiótico

Desce... 
Aterrizei meu submarino terrestre
No seu subespaço cerebral...

Posso corpo...
Com que alma saio hoje?
Quem que capuz escolho?
Pra qual parte removo o olho...
Do furacão...
Exaurido do ciclo continuo... 
Pelo meio ao mundo vão...

Parece que...
Vamos nos perder anteriormente
Neste paralelo de ida e vinda...
Nesse chão de tijolo em ouro.
Me rastejando até...
Me perder de novo...
Na sua galaxiosa mente estreita.
Para um mundo a beira doutro.

Caído em mãos...
Beijos molhados de um prego...
Corroído de espasmos cerebrais. 
Me encontrei...
No teu parto simbiótico.
Em que tu seja o estrangeiro... 
Mas que não esqueça que de tudo...

Me deves o teu masculino beijo.

Brunno Martins 

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